domingo, 17 de outubro de 2010

"Sempre existe novidade"

Estava lendo uma entrevista no jornal sobre o Lateral-direito do flamengo, o tão lindo Léo Moura. Ele vai fazer uma comemoração, porque completará seus 300 jogos pelo Mengão. Fiquei super feliz, até porque ele faz parte do clube do meu coração! É, eu sou flamengo desde criancinha. Meu pai teve alguma utilidade na minha vida. Pelo menos ensinou-me a torcer bem.
Falava-se também da "A gata da hora", uma morenassa, com um peso muito bem distribuido, coisa que eu sonho todos os dias da minha vida. E na aeronave que Wagner Moura, aquele sonho de consumo que faz o Capitão Nascimento (Quem manda nessa porra sou eu... "Uiui"), estava gravando... perdeu altura e piloto teve que dar um rasante para não despencar. Que baita sorte!

Eu percebi que de todas as notícias, de tudo o que eu leio, o melhor sempre é quando alguma atriz linda se casa, com um vestido branco neve, maravilhoso, brilhoso e longo.
Tenho uma leve desconfiança de que serei uma eterna amante do amor alheio. Uma eterna apaixonada por contos de fadas, por amores impossíveis, por garotos que se apaixonam e não tem vergonha de dizer. Por casamentos que duram, pela a expectativa do casal de ver a sua casa nova, uma mãe que espera um bebê e pelo pai que chora ao ouvir o coração do seu filho na ultra-som, por beijos carinhosos, por carinhos de beijos.

Sempre falo do mesmo tema/assunto, mas sempre existe novidade.
Aproveitei a irpertinente forma de demonstrações de carinhos da minha mãe hoje, pra falar sobre o amor, serviu-me como uma baita inspiração. De uma forma geral. Desde um beijo na cabeça ao dedão do pé. Falar sobre o amor entre um homem e uma mulher. Bater na mesma tecla nunca me cansa.
Esperar o telefonema do meu chefe pra saber se minha folga de amanhã está de pé, as reclamações das minhas amigas pelos seus amores mal resolvidos, a média que é 6 na minha pior matéria da faculdade, a minha cólica, contas pra pagar... Com um afago, um mimo, uma carícia sua, falarei algo bem clichê, mas é bem possível que eu quase vá até a Lua.

Não hesitarei em falar sobre os meus defeitos, não agora. Aqueles que não tenho coragem de falar, apenas pela falta da capacidade de não querer encará-los. Parece difícil, mas é fácil. E se parece fácil, é difícil. E foda-se. Eu também não entendi.
A única coisa que eu entendo, e que eu amo falar, faço questão de escrever e admito, meu bem... sonho também!
Falar sobre amores que possuem verdade, paixões, abraços carinhosos, beijo de esquimó, beijo da lua, do sol e do mar.
Crio respostas para as minhas perguntas que não fazem questão de calar, a minha insatisfação por coisas que não existem, vontade de viver, de fugir e quase sempre de só "dormir."
Mas quando lembro que você existe agora, só necessito te abraçar, ao invés das briguinhas sem motivo lógico/plausível/existente. Manias de uma menina mimada, carente e satisfeita. Porque quando tu paras de me beijar, te sinto com um bebê gigante. Você faz-me rir, é inteligente e tem coração. Não vejo-me enjoando de você. Só sinto um medinho que chega a ser medíocre de perder-te!
Você não fede a frustração e consegue ser bem homem mesmo menino, e menino sendo bem homem.
Essa minha mente maliciosa e castradora que sente cheiro de mentira de longe, mesmo a tal mentira não existindo. Eu com esse meu mundo cheio de fragilidades, quando você está bem perto, tudo parece mais firme/e realmente está/forte. Não queria sentir essa plena confiança que sinto quando te abraço, porque eu tenho medo de quase tudo e você está incluso nesse meio, fique sabendo.
Esse texto confuso, em uma linguagem totalmente informal, que estou aqui tentando entender. Começou em uma entrevista de jornal e terminou em sentimentos melosos.
Acho que isso explica a mente confusa que eu pertenço ou que me pertence, como preferir.
Está aí, mais um texto sobre amor, sobre mentiras sinceras que me agradam.
Uma eterna amante de coisas que te fazem suspirar!

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