sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz ano novo!

Pensei em fazer um texto bem grande com uma história bem ”melosa” só para não perder o costume rs. Mas vi que seria impossível escrever um historia como aquelas falando um pouco de mim.

Decidi vir aqui, porque o ano não podia acabar sem que eu postasse mais um texto, o ultimo texto.

Esse ano pra mim foi super bom. Sem mortes, nem brigas, ou separações. Na verdade, uma morte. Mas a carrego sempre comigo. E ela olha por mim.

Amigos novos na mesma escola velha de sempre. Minha amizade com a Yasmin Lopes foi fortalecida, e isso eu agradeço a Deus. Entramos em parceria nesse blog, que pelo visto tem feito sucesso rs. Ainda tem a Thaís Branco e a Ingrid Neves, que esse ano se fizeram presente em momentos únicos na minha vida. Obrigada meninas. Tem também aquelas companheiras fiéis que não desgrudam de você por um nada, seja perto, seja longe estão sempre com você, no caso comigo. Não ia por o nome das sortudas mais imaginei que pudesse sair morte então ai vai: Camila Way, Pâmella de Arruda, Roberta Goulart, Nayna Lázaro e Kassia Brum. E uma outra que entrou no finzinho desse ano mais que já não é menos importante pra mim, a minha xará Flavia Fernanda. A Rapha Carvalho me esqueceu, mais mesmo assim eu a amo haha.

Enfim, um ano de encontros e desencontros, brigas e alegrias, dificuldades e soluções, fim de relacionamento, inicio de relacionamento. Não só pra mim, mas acredito que pra vocês também.

Que nesse novo ano que está por vir daqui a algumas horinhas toda lágrima encontre um sorriso, toda tristeza um motivo de paz, toda queda um ombro amigo, que em todo desespero haja esperança, e que possamos nos realizar de todas as formas. Seja eu no vestibular, você profissionalmente ou até sentimentalmente. Mas que possamos receber tudo com muita... Mais muita prosperidade.

Uma inesquecível virada de ano pra nós.

Beijaço! Ana Flávia.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sim, eu aceito!

- Alô, Leticia!

- Amor, bom dia.

- O que foi aquilo ontem?

- Aquilo o que?

- Que cena patética foi aquela de ciúmes em frente a todos?

- Patética! Que idiota você! Aquela “oferecida” não parava de olhar e dar em cima de você. Não me diga que não percebeu?!

- Para com isso! Não viaja. Nós estávamos apenas conversando sobre o livro que acabei de lançar. Afinal não era pra isso que estávamos na livraria ontem? Pra fazer minha noite de autógrafos. E você sabia que iria ser assim.

- Assim como? Que eu teria que engolir quieta todas as possíveis “fãs”, só porque ser comunicativo e simpático com todos faz parte do seu trabalho? Que eu teria que fingir não ligar quando alguma mulher mostrasse algum interesse a mais? Mas engraçado, você também sabia que seria assim? Não sabia?

- Sabia. Mas você tem que aprender a se controlar mais. Você sabe que meu livro conta a nossa historia. Que é dedicado a minha “mais bela e compreensiva musa inspiradora” como digo na dedicatória do livro. Que tudo que tenho feito nos últimos anos foi pensando em nós e não em mim. Que cada dia que passa aprendo a te amar mais mesmo com esse gênio do cão que você tem.

- Eu sei que errei... Mas é que te amo demais e não suportaria te perder. Aprendi com você a ser mulher de verdade, a me controlar mais, a conhecer a vida pelo outro lado do horizonte. Aprendi que namoro não é só satisfação da carne. É cumplicidade. É união. Aprendi contigo que nada faria sentido se não fosse você comigo.

- Porque eu nunca consigo dar uma bronca em você? (risos) Você nunca vai me perder, porque desde a origem de tudo Deus selou/trançou nosso destino e isso ninguém, nem o mundo, nem as tempestades, nem nossos pais, as intrigas da oposição ou qualquer outra mulher linda, gata, gostosa e atraente poderão desunir. Porque com você aprendi a ser mais homem. Desculpe-me ter sido tão arrogante. Bom dia meu bem! Eu amo você!

- Thales é você mesmo vida? Não acredito que está dizendo todas essas coisas lindas, as quais eu sempre quis ouvir. Mas confesso que nunca imaginei que seria de você. O que te deu?

- Nada. Só acordei com uma vontade imensa de te ligar e dar uma bronca pelo acontecido ontem. Mas admito que por um lado adorei ter te visto tão cheia de ciúmes de mim. E confesso que não gostei nenhum um pouco quando meu chefe te elogiou pra mim. Dizendo que você era uma mulher incrível, que tirei a sorte grande. Por um segundo ali me senti inseguro.

- Momento ”Se eu fosse você”, é isso mesmo (risos)?! Essas falas são minhas. Todas elas. E isso já fazem alguns meses. Eu adoro você Thales Bellit. Não duvide nunca disso.

- E eu não duvido, meu amor. Só que a sua surpesa pela minha atitude não deveria ser surpresa. Afinal, escrevi um livro englobando toda nossa história. Que até hoje tem sido a melhor coisa da minha vida.

- Eu sei, meu bem. Só que você nunca foi homem de me dizer assim, sem mais nem menos, o quão importante sou pra você. E tenho que admitir, que toda aquela cena ontem e essa ligação hoje, me fez perceber que a cada dia mais eu posso confiar e ter a certeza de que seu amor é meu. E mais uma vez lhe peço desculpas. Não deveria desconfiar de você.

- E não deveria mesmo. Você me conhece é sabe que você foi a única mulher que amei e ainda amo. Por tanto, aproveitando todo esse acontecimento preciso lhe fazer um pedido.

-Nossa, fiquei preocupada agora, meu bem.

- Não fique. Tudo que tem que fazer agora é abrir o portão, por favor.

Letícia desliga o telefone e vai até o portão. Lá está Thales.

- O que houve, meu amor? Está fazendo o que aqui tremenda segunda-feira?

- Só precisava lhe fazer um pedido. E tinha de ser pessoalmente. Sua família está por aí?

- Está sim. Mas que pedido é esse? Essa sua cara está me assustando. Depois de todas aquelas palavras você não teria coragem de fazer o que estou pensando, não é?

- Não sei o que está pensando, só sei que é necessário.

- Então vamos, entre.

Thales entra e senta-se no sofá, com toda a família dela em volta. É quando de repente pronuncia-se.

- Sei que é segunda-feira, não é dia de vir aqui. Mas após 5 anos, achei que não haveria problema em vir. Estou a muito tempo martelando isso na minha cabeça e, não aguento mais essa situação. Preciso dizer à vocês, que a Letícia nesses últimos anos tem sido um anjo pra mim, uma das melhores coisas que me aconteceu, como já disse isso a ela. E... hoje eu tenho a certeza que não posso continuar assim, com ela.

Pai de Letícia: - E o que você está querendo dizer com isso, Thales?

- Estou querendo dizer que, quero que sua filha seja minha esposa. Aceita, Letícia?

- Thales, o que é isso? Você me assustou com todo aquele mistério. (risos) E é claro que aceito. Nada mais me faria tão feliz quanto isso.

- Então aceite essa aliança como símbolo da nossa futura união. Que aliás está marcada para daqui a 3 meses e vocês não precisam ter nenhuma preocupação, porque a festa e a nossa casa já estão prontas. EU AMO VOCE!


Por: Ana Flavia e Flavia Fernanda

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Outro que lamba meus pés

Traição não é só quando você se deita/beija/deseja um outro alguém. Pra mim, traição também é quando você não deseja o outro alguém e ainda assim diz que sim.
Ela me disse: "Estou me sentindo do mesmo jeito, tudo de novo. É sério que ele pensa que isso pode seguir?
Eu mereço que isso prossiga, ele merece? Sabe, eu nunca beijei outro homem. Confesso que pela teoria já se foram algumas idéias, mas não, nunquinha na prática."

É... ser fiel é muito fácil. Isso quando se trata de alguém que você ama, quer bem, quer grudar, quer colar e que sente saudade enquanto se despede. "O amor só existe enquanto amar." E aquelas três palavras não fazem sentido pra ela quando saem da boca dele quando deveriam fazer todo o sentindo do mundo. Vai entender. Ela é a "complicação feminina" e também uma menina grande que nunca amou e nem mesmo se apaixonou. Mas sinto que ela só quer um amor, um alguém que a guie. Não a controle. Alguém que não peça. Faça. Não pergunte. Responda. Não implore. Eternize.


Ela faz um monte de coisas. Pisa. Humilha. Reclama. Caçoa. Ri das suas mensagens e de toda sua melação... Mas no final de tudo sente falta do seu "tal namorado." Aquele que liga bem tarde pra preencher o silencio da madrugada, o que faz surpresinhas, da beijinho gostoso e um abraço de urso inconfundível. Mas isso é muito de vez em quando, uma vez ou outra!
O foda é que ela ama o fato de ser paparicada e de ter alguém sempre ao seus pés falando que a ama, que a venera e que é um babacão sim, que faz tudo o que ela pede. O mais foda ainda é que ela se sente obrigada a amá-lo... Aí fodeu!

Eu digo: "Somos praticamente obrigados a fazer o bem, e pelo-amor-de-Deus... Liberte aquela alma, Senhorita."

Ela diz: "Até a voz dele me dá náuseas. Ele acha que estamos em um dos momentos mais perfeitos só porque dei um beijinho de esquimó nele ontem. Vê se pode?! Ele tem tudo pra me ganhar, o problema é esse... Talvez se ele tentasse me perder, me ganharia de vez."

[Ela não pensaria duas vezes se encontrasse alguém por quem pudesse se apaixonar loucamente]

E eu digo: "Ele esquece de si próprio por conta de você. Ele que leva os tombos e pede perdão? Ele se satisfaz só em te satisfazer... Mas ele não entende que você nunca está satisfeita."

Ela diz: "Exatamente... Quero poder gritar na cara dele que quero trocar a mercadoria, ele já vem me dando ânsia faz um bom tempo, sei lá... to saturada entende?"

E eu digo: “Você é uma ingrata, isso que você é. A sorte não bate a nossa porta duas vezes não, e vc tirou a sorte grande. Não entendo o porquê de tanta insatisfação. Juro! Termina por você.”

Ela diz: “Mas é justamente por mim que não termino. Por saber que preciso tanto dessas paparicassões, presentinhos e declarações de amor. Relaxa... Quando eu achar outro que lamba meus pés eu troco a mercadoria.

Por: Ana Flavia e Yasmin Lopes


(Obs: Esse texto foi feito inspirado em fatos reais e muito próximo a nós)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

As lindas noites com a “Marcelinha”

Não é possível que ele não veja a verdade nos meus olhos, eu suplicando pra que ele me beije. O amor dele é próprio demais e eu não posso fazer nada se o amigo dele não me faz feliz como ele faz. Eu sou uma mulher que não presta. Eu sou uma mulher que ama o melhor amigo do meu marido.
Às vezes eu sinto vontade de chorar. Às vezes eu sinto vontade de agarrar aquele branquelo de cabelo encaracolado na frente de todo mundo. Mas o combinado foi só na nossa frente mesmo. Somos as únicas testemunhas.

Ele sabe que tem um lugar guardado pra quando quiser se hospedar ou me agarrar.
Quando isso começou não importa, mas quando vai terminar me interessa e muito. Eu preciso ligar pra dar bom dia, eu preciso da mensagem dele de boa noite... O nome dele no meu celular é Marcelinha. E eu adoro quando a Marcelinha me liga. Adoro quando a Marcelinha diz que estava com saudade. Adoro o beijo da Marcelinha. Adoro o jeito que a Marcelinha me corresponde. Adoro os presentes de Natal que a Marcelinha manda pelo correio. Adoro o cheiro do hidratante da Marcelinha. Adoro todas às vezes que eu me escondo com a Marcelinha, porque é justamente quando eu me encontro de verdade. Adoro quando estamos só nós duas, eu e a Marcelinha, o mundo inteiro sempre faz questão de desaparecer.

É desumano pensar que isso tudo um dia pode acabar, é covardia. Não existe culpa, até porque não fazemos questão de nos culpar. É tudo tão maravilhoso que não sobra espaço pra pensar numa coisa dessa... Culpa! Pra que serve essa bendita culpa? Só pra me deixar pra baixo. E pra baixo eu deixo pra ficar quando ele vai embora pros braços daquela morena do cabelo alisado, do corpo violão e de um bronzeado surreal. E por mim eu sumiria com ele, pra um lugar onde não pegasse nenhum tipo de tecnologia, que a gente risse o tempo todo da loucura mais satisfatória que já fizemos. Dançar sozinhos, comer sozinhos, viver sozinhos, ser de verdade só hoje/amanhã/depois/pra sempre... Porque você não enjoa.

Eu não enjôo de nada quando estou contigo, porque cada momento ao seu lado eu aprendo o quanto de coisas ainda posso e vou aprender com você. Mas isso não é certo, essa situação. Sabe? As mensagens, os telefonemas, os presentinhos, as rapidinhas escondidas por trás daquele posto de gasolina bem no meio da dutra. Nada disso, por mais que seja satisfatório.. ôôôh, e põe satisfatório nisso (risos), não é legal.

Eu não deveria sentir vontade de sentir o seu cheiro, a sua voz sussurrando baixinho pra mim, de ganhar os seus beijos, de sentir o arrepio que sua pele provoca na minha. Não. Isso não é certo. E o pobre Coitado do Miguel, ele me ama tanto, me paparica e me acarinha tanto. E ele confia em você. Na amizade de vocês de 11 anos. Como você pode ser tão cafajeste ao ponto de me roubar dele e me aprisionar em você? De me fazer pensar pela primeira vez que ter um “outro” não é pecado... é humano e é normal?

Não é justo. Não podia ser que nem aquela história: “compre 1 leve 2”, ou então, “2 em 1”? Tá bom, eu sei que é pedir demais. Mas pelo menos colocaríamos um fim nessa vergonhisse sem tamanho que eu tenho gostado tanto em cometer.

Sinto minha cabeça queimando. Meus neurônios fritando. Deve ser a consciência, sabe? Não consigo achar uma solução, você também não ajuda, né. Mas por uma vez na vida reluto em achar solução, deixa estar como estar. Afinal, você ganha, eu ganho, só o pobre coitado do Miguel que perde.
Mas é como dizem: “O que os olhos não vêem o coração não sente”.


Por: Ana Flavia e Yasmin Lopes

domingo, 28 de novembro de 2010

O último sobre você.


Já e tarde, bem tarde, de madrugada. Chego em casa tiro a roupa, o sapato e os brincos: vou para o banheiro, para relaxar um banho bem quente. Entro no box, abro o chuveiro, e sinto a água lavar minha alma delicadamente. Involuntariamente lembro de nossas cenas e cada parte do meu corpo lembrava você e então eu esfregava com maior des”vontade” do mundo , pra quem sabe assim suas marcas sumissem de mim de uma vez. Saio, enrolo-me na toalha e sigo em direção ao espelho, que por sinal está completamente embaçado, e passo a mão para que eu possa me ver. E como em um vulto, vejo você aqui ao meu lado, por um segundo a mais me lembro de quando realmente estava aqui comigo.

Visto-me, vou para cama, e pela janela sinto a brisa trazer seu perfume, o que eu mais gostava. Ajeito-me para deitar, e no travesseiro meus pensamentos são seus. Quem sabe não chegou a hora de dar o braço a torcer e finalmente te ligar. Pego o telefone, digito uma mensagem dizendo: “ Quis saber como você estava, sinto a sua falta. Bem que você podia me ligar. Como vai? O que tem feito ? Disfarçaria pra não dar nenhuma bandeira, para fingir que está tudo certo, que a minha vida continua da mesma maneira. Quem sabe você volta!. “

Mas como eu imaginava a vontade some, eu desisto de enviar. Fecho o telefone e tento mais uma vez pegar no sono. E lembro de quando você me acariciava e mexia em meus cabelos. Numa das noites que passamos juntos, e então me dei conta que sinto falta da nossa amizade, do seu carinho e dos seus conselhos, como tudo era maravilhoso enquanto éramos acostumados a ser apenas amigos. O problema foi a intimidade das escovas de dente, da camisola, da cama, do quarto...

Talvez o problema tenha sido eu tentar me aprofundar demais em você. É, talvez tenha sido...

Meus olhos começam a pesar, já estou cansada, sinto que dessa vez finalmente vou conseguir dormir. Telepaticamente te desejo as melhores coisas do mundo. E que seu melhor sorriso aconteça todos os dias, encantáveis vezes, encantando muita gente.

Boa noite ex namorado, agora amigo!

Por: Ana Flávia e Janayna

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Te amo e te odeio com a mesma intensidade.

Logo eu vivendo um romance clichê. Quem diria.

“Eu passo quieta por você e você passa quieto por mim e eu ainda escuto o som que a gente faz.”

Como você pode fazer meu inferno astral ficar tão doce? Fazer-me apegar tanto a você? Ingrato!

Saiba que mais do que nunca odeio tudo em você. A forma como me olha. Como fala comigo. Como se veste, ninguém merece aquela blusa gola V linda que mostra detalhadamente os traços do seu tórax o qual eu adorava. Odeio seu cabelo, seu perfume, seus olhos cor de mel, suas manias gostosas, seu hálito de boca limpa. Até seus amigos passei a odiar. Odeio principalmente a forma como quero de volta tudo o que é odioso em você.

Odeio a vontade que de vez em quando vem de querer você de volta. Odeio a falta insignificante que você faz.

“Odeio-te por um segundo, mas depois te amo mais.”

Como se pode amar sem amor? Se entregar não se entregando? Se envolver não se envolvendo? Como pode ser tão cruel e frio?

Não acredito que seja tão difícil assim gostar de mim. Admito que tenho o gênio forte, mas você estava sabendo lhe dar muito bem. Nunca te cobrei nada, você sabe, só queria reciprocidade de amor e afeto.

Não te obriguei a me amar, tanto que você o fez. Mas queria ao menos que gostasse de mim um terço do que gostei de você. Não precisava dar presentes, ou mandar mensagens, me ligar várias vezes ao dia, ou dizer que sentia minha falta. Mas você cafajeste como a grande camada do seu sexo que me rodeia, fez questão de me fazer pensar que tudo vingaria, que era sincero, que era amor. De romântico a galanteador barato. Tolinho você.

Idiota, idiota, idiota... Como odeio você.

Mas apesar de tudo e de tanto ódio, sem você tudo é metade. A festa é meio legal, meio badalada, meio cool, meio envolvente, meio divertida, meio libertadora, meio alucinante. O cinema é meio gostoso e cheio de clímax. O shopping meio proveitoso. Os filmes meio bons de ver. Queria que tudo voltasse a ser todo, chega de metades.

Só queria você aqui pra dançar comigo, caminhar comigo, ser mais feliz comigo, ser mais você comigo.

Num sorriso, num choro, num olhar entorpecido, numa música, num ponto de ônibus, numa criança, meus pensamentos sempre voam até você. Sempre!

Faria aqui uma lista com mil e um motivos pra parar de pensar em você, pra parar de me maltratar tanto sem motivo, pra fugir e sumir de vez com esse devastador sentimento. Mas qualquer lugar que eu vá você viria comigo. Inferno.

Odeio o fato de uns tempos pra cá tudo me fazer lembrar tanto você. Te amo e te odeio com a mesma intensidade, quantidade e vontade...

“Te amo mesmo, talvez pra sempre. Mas nem por isso deixo de ser feliz ou de viver minha vida. Foda-se esse amor. Foda-se você.” (Tati Bernardi)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Você fica. Hoje?

Escrever é uma "terapia fugitória"... Inventar é meio que se libertar desse mundo que chega a ser mais real que o normal. Às vezes é necessário até uma história meio amarga, porque pensamos que não, mas sentimos necessidade de um drama uma vez ou outra. E até mesmo aquele romance chato-maravilhoso gostoso de imaginar.



Começo textos e apago. Apago textos e começo. Assuntos legais que renderiam idéias. Inspirações que com certeza te inspirariam.
Mas ultimamente tenho andado em uma escassez de histórias, textos ou poemas. Tenho andado sem nenhuma inspiração, mesmo suspirando tanto pelos cantos. Mesmo pensando tanto em tanta coisa direcionada a um só alguém. Um só alguém que parece até se sobrecarregar de tanto que eu lembro, canto e falo!
Ler ou ouvir, ou ouvir e ler que somos queridas é fantástico. Mas sentir isso é melhor ainda.
Declarações ocultas fazem parte das coisas que eu gosto de fazer. Demonstrar, mas quase nunca falar. Quase nunca falar que amo aquele cheiro, aquele abraço daqueles braços fortes, do "eu te adoro" ao pé do meu ouvido, das mãos na minha cintura e da despedida que é insuportável.

Uma vez eu ouvi um homem dizer: __ Há pessoas que não sabem ser amadas.
Eu concordo, quase ninguém sabe ser amado... Enquanto muitos só desejam isso. Enquanto outros levam tombos atrás de tombos e ainda são capazes de dizer que perdoam e que continuam amando. Acho isso patético e corajoso.
Tudo o que eu queria era poder conseguir dizer que acredito em cada palavra, em cada "declaraçãozinha gostosa", mas não. Às vezes penso que faço parte do grupo dos que "Não sabem ser amados/queridos/entendidos."

Os seus pequenos gestos me conquistam e você nem se liga.
Eu fico olhando você e amo aquela cara de homem prudente que você faz enquanto dirige e dos palavrões pela metade que quase pronuncia quando algum merda quase faz uma merda.
Das suas frases nada feitas, das coisas sem sentido e engraçadas, de você me beijando e da hora sempre passando tão de pressa. Eu sempre quebrando o romantismo com a minha bendita insegurança lembrando daquela outra que nem existe. E se existir... Manda ela ir pastar? Porque eu poderia viver minha vida inteira com você.
Eu acho suas mãos tão lindas, mas elas ficam ainda mais lindas quando seguram as minhas.
Seu hálito de gente feliz é maravilhoso. Pode paracer repetitivo, sem graça, mas minha vida é melhor com você por perto, bem perto.

Pode ser apenas por hoje, mas me abrace hoje e diga que hoje está sendo fantástico... E quando o nosso hoje não for mais assim, aí você desgruda. Mas hoje não, hoje você fica?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mar de loucos.

É sábado, ainda cansada da noite badalada da madrugada passada, planejo algo pra amanhã. Convocar os amigos pra mais um dia de divertimento, quem sabe.

Domingo chegou, é cedo... Bem cedo, e no roteiro uma prainha. Rio 40 graus literalmente. Galera reunida, gente bonita e uma paisagem maravilhosa.

Finalmente chegamos a Copacabana. Madames com seus cãezinhos, bicicletas, skate e long, meninas com cabelos lindos e corpos bronzeados, meninos sarados de sunguinha só jogando voleibol, carros e mais carros, um mar esplendoroso e um sol beijando a areia soltinha da praia, preenchem o cenário incrível da sempre majestosa cidade maravilhosa.

Estamos em frente ao “Copacabana Palace”, estou rodeada de uma multidão de diversos credos e cores. Praia lotada, lugarzinho disputado.

Entro no mar e sinto o gelado da água contrastar em arrepios, com a temperatura ambiente e agradável do meu corpo. E logo mergulho a fim de fazer de mim um pedaço do oceano.

É como se os corais virassem as casas da Terra. Os peixes nós seres humanos e o mar esse mundão de meu Deus. Onde tudo e belo vendo de fora, mas mergulha bem fundo pra ver se o belo não desencanta.

É meio estranho e bisarro me sentir tão à vontade e em casa perto do mar. Os problemas desaparecem, mesmo que por uns poucos minutos, deve ser pela boniteza da biodiversidade.

Sinto que meus amigos, os cidadão marinhos. Sim, porque esse é um “mundo” real. Uma vez que me sinto tão de casa em suas profundezas. Creio que eles me compreendem. Porque assim como existem predadores e concorrência fora daqui, reparando... Aqui dentro também acontece disso. É um tal de querer roubar o quadrado do outro, que não está no gibi. (risos)

Mas dos males o pior. Também existem aqui certos encantamentos. Logo me familiarizo com o instinto protetor dos animais, vai ver é porque sou assim com minha mãe. É tanto amor que se torna inevitável não grudar e querer sempre pra mim.

Admito que apesar de todos os pesares, eternizaria meus dias aqui. Porque é só retomar o oxigênio pra ver quão diferente do mar é esse mundo de estranhos em que habitamos.


“Lugar-comum, sonho tropical: não é excitante viver?”

“Como se essa calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer. O imprevisto me fascina.

domingo, 14 de novembro de 2010

"Ana Flávia & Yasmin Lopes"



Infelizmente, a tentativa de postar aqui um dos primeiros vídeos que gravamos deu "falha no engano." Postamos no Youtube... Vejam lá e comentem aqui.

Perdão pelos risos, pelas caras e bocas horríveis e a péssima gravação. (Muitos risinhos) hihi.

Nos mandem sugestões! Queremos saber sobre o que vocês desejam ler... Invoquem nossas inspirações!
ACESSEM: http://www.youtube.com/watch?v=rHpz9LvGM0M


Um grande beijo para todos os nossos queridos Leitores!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Vai entender as mães.

... Um dia eu chutei a barriga da minha mãe e ela chorou de emoção. Fiz ela engordar uns 20 quilos e ela só tinha palavras boas pra mim. Fiz ela quase morrer de dor e ela deu um grito de alegria quando me viu pela primeira vez. Eu roubei o tempo dela, roubei o marido dela e a paixão só aumentou. Mãe, definitivamente você não bate bem e é por isso que eu sempre vou te amar loucamente.



Lembranças

De repente tudo se transformou,

Do teu sorriso a lembrança.

Da tua imagem a saudade

Dos nossos momentos a recordação

Meu sorriso em lágrimas,

Quando percebi que não mais a tinha comigo

Mas a tristeza de você ter partido

Se transformou na alegria de um dia

Tê-la tido pertinho de mim (...)

(Dedicado a Ana Lucia dos santos Cabral Mendes)



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Parte 2 .

Saudade de você me acordando de madrugada só pra preencher o silêncio da noite, dizendo: “eu adoro você”. De você me ligando em cima da hora e dizendo que vinha me ver, pra eu preparar a pipoca porque já estava chegando com o nosso filme.

Saudade de quando me comportava feito louca, pra que você fosse minha camisa de força.

Saudade de fingir ser leiga no assunto e na conversa só pra ganhar um pouco mais da sua atenção. De quando eu ligava fazendo drama, dizendo que não estava bem e você largava tudo pra passar o dia junto de mim.

Saudade daquele abraço forte e aquele beijo gostoso que só você sabia dar, quando eu estava puta da vida e doida pra ter uma DR, e com isso eu desmontava e você me convencia de que estava tudo bem.

Saudade de fazer guerra de bexiga d’agua, da disputado maior cuspe a distância.

Saudade de ter que dividir minha maravilhosa e viciante panela de brigadeiro com você.

Saudade ter que me arrumar apressada antes que você acordasse e me visse naquele estado. Mas um dia eu falhei e você me viu, e ainda assim disse que eu ficava linda mesmo descabelada e com a cara amassada.

Saudade de ver você irritado e estressado com o trabalho e poder ter o poder de te acalmar apenas com um abraço meu.

Saudade da nossa primeira troca de olhares, lembra? Eu tinha acabado de voltar enlamaçada, e você me olhou como se eu fosse a menina mais estranha do mundo. E ali eu pensei: “Puts, perdi todas as chances”, mas pra minha surpresa você soltou um belo sorriso e disse que ia bater uma pelada qualquer dia comigo.

Saudade de usar aquele vestido tubinho vermelho, que você tanto adorava. Dizia que eu ficava tão sexy mesmo sem querer.

Saudade de quando eu passava aquele batom rosa que você odiava, só porque eu lhe deixava cheio de marcas de beijos.

Saudade de ler os poemas que escrevia pra mim.

Saudade daquela noite em que discutíamos em ter filhos e você dizia “Lucas” e eu dizia: “Arthur”, eu dizia “Sophia” e você “Maria Alice” e assim viramos a noite ao som de gargalhadas, cócegas e morangos com chantili.

Saudade daquele dia em que você jurou perante todos, que a mim seria fiel e que me faria feliz na alegria e na tristeza em todos os dias de nossas vidas.

Só se tem saudade do que é bom (...) e eu estou com um desejo insaciável de assassiná-las.

Eu estou com saudade de você, do tempo em que agente amava se ver. Volta!

sábado, 6 de novembro de 2010

Te idealizo e sinto sua falta.

São 01:57 da manhã e nessa madrugada sinto que meus pensamentos estão fluindo tão naturalmente que senti que toda essa criatividade poderia vingar em mais um texto clichê, tipo esses amor-mulherzinha que eu escrevo e vocês já estão bastante acostumados a ler.

Mas se bem que se falando do amor sempre há novidade, afinal o amor não segue nenhuma receita de bolo ou coisa do tipo. Ao contrário ele tem vida própria, chega quando quer e como quer, é folgado e insano, e muitas vezes arrebatador e decepcionante.

Estou assistindo o programa do JÔ, e o entrevistado da noite é o Eduardo Sterblitch (o famoso Cesar Polvilho rs) e tive a idéia de escrever sobre um amor divertido, já que a entrevista está sendo bastante engraçada. Mas logo desisti, uma vez que eu sempre caio pro lado do amor dependente, sentimental e carente. Mas se é sobre esse que eu me sinto melhor escrevendo, então vamos lá...

Já é bem tarde e nessas horas a solidão bate mais forte a porta; o bom é que normalmente a essa hora já estou no décimo primeiro sono.

Mas não venho aqui pra falar de você, ou do fulano, ou do beltrano, ou do vizinho, ou dos outros que já passaram pela minha vida. Estou aqui pra falar um pouco de quem está por vir e de quem eu espero que não demore.

Sinto saudade de momentos e situações não de pessoas. Dividir sua vida com alguém por um curto ou longo período de tempo é sempre bom. Se sentir acompanhada, guiada, amparada e protegia, é confortável e gostoso, quem não gosta?

Queria você aqui agora pra assistir comigo a entrevista que passa no JÔ, com o elenco da peça “O amor e seus rumores”. Pra me fazer uma gostosa massagem no pé, com meu delicioso hidratante de “Pear Glacê” da Victoria’s Secret. Pra dividir um único sofá comigo. Pra elogiar meu novo cabelo. Pra me levar na lanchonete e pedir um açaí enquanto eu tomo um morango ao leite. Pra falar pro meu cachorro parar de rosnar pra você, porque iria freqüentar essa casa por um longo tempo. Pra assistir o filme de terror que vai começar daqui a pouco no Tc Pipoca comigo. Pra dividir a mesma colher de brigadeiro. Pra me acarinhar, e abraçar, e mimar, e paparicar, e beijar infinitamente, e aqui permanecer até o sol raiar.

Porque quando estamos sem sono, viajamos em pensamento? E geralmente são sempre sobre pessoas, amores e relacionamentos. O pior é que estou sem sono. E quanto mais eu insisto, mais eu penso em você.

Estava sentindo uma desesperada vontade de sair essa noite. Libertar os pensamentos, conhecer gente nova, amores novos, lugares novos.

Verdade que não devemos procurar pelo amor, devemos esperar que ele nos encontre e se eternize em nossa vida. Mas sabe como é... Não vou ficar de braços cruzados, vai que em um desses lugares ou dias eu esbarre em você, e ai me apaixone, e passe a ter um amor como referencia pra escrever. Que preencha esse espaço vago que existe em meus textos, já que eu escrevo sobre alguém que idealizo, mas não conheço.

Vai ver te encontre na lanchonete, na igreja, na escola, no bairro, em alguma festa, num restaurante ou barraquinha de hambúrguer de esquina, na saída de um banheiro, na entrada de um metro, num ponto de ônibus, numa entrevista de emprego, num consultório médico, numa audiência, num barzinho bem legal, numa tumultuada partida de futebol, num belo dia de sol na praia de Copacabana, pelo orkut, ou msn, ou twitter, ou o mais provável, por amigos em comum.

Não importa onde seja, quando seja ou quem seja. Só quero que seja sincero, e duradouro e transformador. Que me traga mais alegria que tristezas. Mas broncas que conselhos. Que se faça meu amigo e que venha pra acrescentar coisas boas na minha vida. Já sinto sua falta, muita falta!

Agora acabo de assistir o clipe da música “Two Is Better Than One – Boys like girls”, que além de ser linda, caiu como uma luva.

E o sono continua a fugir de mim. Mas vou terminar de viajar em pensamento no escuro, deitada na minha cama, com o delicioso clima gelado que está em meu quarto, por causa do ar-condicionado, ouvindo um ipod. Quem sabe assim eu pego no sono mais rápido e paro um pouco de pensar em você, pelo menos enquanto durmo. Tormento!

BOA NOITE!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Parte 1 .

Saudade do som das gotas da chuva caindo sobre nós.

Saudade das nossas lindas troca de mensagens. De quando você tentava me conquistar e ficávamos até altas horas falando asneiras gostosas ao telefone.

Saudade de quando eu era mais eu com você. De quando a minha mãe caprichava na calda de chocolate do bolo de cenoura, porque sabia que era seu preferido. De quando ela fazia macarronada ao molho branco pro genro preferido dela, o “tampinha responsável” como ela dizia, lembra?

Saudade de quando disputava contigo corrida no vídeo game e você ficava enfurecido porque não admitia eu lhe ganhar tantas vezes.

Saudade daquele banho de piscina divertidíssimo que eu só tinha com você. Eu te pedindo pra passar protetor e você brincando de fazer declarações em minhas costas com aquele produto mega gelado.

Saudade do nosso primeiro e mais sintonizante beijo.

Saudade de ouvir você tocar ”Sem ar” pra mim, dizendo que era a nossa musica.

Saudade daquela vez em que ficamos contando estrelas no céu, como quem conta os grãos de areia do deserto. Dávamos nomes a elas, e ali permanecíamos.

Saudade da nossa primeira vez, que mais perfeita impossível de ser.

Saudade de quando você assistia sem piscar os olhos, ao jogo do mengão, dividindo uma cerveja com o sogrão, aquele que você conseguiu dobrar, quem diria.

Saudade de ouvir minha irmã caçula perguntando de você, porque sente falta de quando à levávamos ao parque, e você babão fazia tudo que ela queria.

Saudade de quando eu dizia pra mamãe que ia estudar com a Nanda, mas na verdade ia estudar anatomia contigo, e eu adorava.

Saudade do nosso primeiro show juntos, aquele em que você gritava aos quatro ventos, “valeu a pena ê ê”, ao som do desagradável e majestoso Rappa.

Saudade de quando eu massageava e acariciava suas costas, e você me enchia de beijos. De quando eu te provocava e você me dizia pra parar. De quando eu te pedia um selinho e você me tascava um beijão de tirar o fôlego.

Saudade da vovó perguntando do netinho postiço que ela adorava paparicar e já estava acostumada com a presença. E da titia me torrando a paciência falando mal de você.

Saudade de sair de mãos dadas por ai com você, só pra mostrar que o gavião já tinha dona.

(...) Do tempo em que a gente amava se ver.


CONTINUA ...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Por que ainda insisto em você?

Por que longe de você me perco muito mais?

Por que eu preciso tanto da sua atenção mesmo você quase nunca se dando conta da minha presença?

Por que sempre que saio ponha minha melhor roupa na esperança de encontrar você?

Por que me sinto tão leve quando estou contigo?

Por que é inútil e inevitável impedir que meus pensamentos se voltem sempre para você?

Por que mesmo quando lhe trato com carinho, você me trata super mal e mesmo assim eu não me importo e no dia seguinte estou atrás de você de novo?

Por que quando você não tem o que fazer me liga para que eu o destraia, e mesmo assim a idiota aqui sempre vai se encontrar com você?

Por que quando estou perto de você e as pessoas olham, estrelas tomam minha íris e eu fico feito uma babaca apaixonada?

Por que eu te ligo e não falo nada só para ouvir sua voz, ao invés de chegar em você e fazer com que prove o sabor do meu amor?

Por que por você mato e morro se você nem dá falta de mim quando sumo repentinamente chorando, por ter acabado de te ver com uma loira muita mais linda que eu?

Por que eu não ligo de me encontrar contigo mesmo sabendo que sou segunda opção?

Ah o porquê dos porquês!

Eu sei o porquê. Faço isso tudo simplesmente porque sinto borboletas no estômago, a perna treme, a pele fica branca e gelada, o coração vai a mil, a consciência se torna inconsciente se deixando levar pela adrenalina do desejo.

Faço porque amor é ceder. Mesmo que não correspondido o amor sempre vale a pena, sempre é gostoso e nos ensina cada vez mais a escolher a dedo quem buscamos para perto de nós. Ensina-nos a agir menos impulsivamente. Porque com você quero viver o mais intenso de todos os amores. Meu maior engano! ♥

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

25 coisas que os garotos deveriam saber:

Quer nos conquistar ? Nos provoque. Sim , nos provoque em tudo . Provoque nosso sorriso , nosso olhar, nossa curiosidade, provoque nossos sentimentos, nossas dúvidas e nossas certezas, apenas nos provoque. Depois que você o fizer aí te diremos , nem que seja nas entre linhas , o quanto nos fascina tudo isso.

1. Gostamos do seu sorriso, sorria mais.

2. Um beijo na bochecha é realmente um sim.

3. Queremos que vocês passem o braço a nossa volta, na rua e em todos os outros lugares.

4. Não nos importamos se você é o cara mais forte ou o mais fraco do mundo.

5. Tamanho não importa, então não precisa nos contar, combinado?

6. Não estamos sempre no nosso melhor estado. Já ouviu falar de tpm?

7. Seu cabelo, de lado, fica melhor.

8. Estamos sempre abertas pra conversar, então pode ligar.

9. Não somos perfeitas, então saiba lidar com esse fato.

10. Nós amamos surpresas.

11. As pequenas coisas são as mais significativas.

12. Não é legal você falar mal das coisas que gostamos.

13. Nem dos nossos amigos ou amigas.

14. Xingar e brigar também não nos impressiona.

15. Não seja mal-educado para chamar nossa atenção.

16. Não fique falando quem é gostosa, porque isso não interessa.

17. Dá pra perceber quando vocês não estão escutando, então é melhor prestar atenção.

18. Quando reclamamos do frio, fazemos um convite para vocês chegarem mais perto.

19. Não precisa ficar diferente na frente dos amigos, eles vão entender.

20. Abraços são mais que abraços, às vezes.

21. Odiamos quem fuma ou bebe.

22. Se você for experiente, espere a nossa vez.

23. Adoramos carinho no rosto.

24. Caso vocês tenham ciúmes de nossos melhores amigos, calma, é só em você que pensamos.

25. Sim! Adoramos andar de mãos dadas.


Caso queiram, deixem um comentário com o numero de preferência de vocês rs =)

BEIJOS!

sábado, 23 de outubro de 2010

Meu re"começo"

Ligo para ele pedindo que venha ao meu encontro. 20 minutos e o interfone toca, desço calmamente já me preparando e o vejo lindo e sorridente como sempre. Recebo um abraço apertado, é fácil sentir seu cheiro de carinho, seu cabelo ainda molhado e seus olhos verdes como nunca. Recebo seu selinho rotineiro de boa noite. E então digo:

- Você esta gelado, parece preocupado com alguma coisa.

- Você me fez ficar assim. Que voz era aquela ao telefone? Ele responde.

(ele não sabe, mas enquanto fala não consigo tirar os olhos daquela boca rosada, é incrível como me atrai.)

Sinto certa insegurança, acompanhada de um pouco de medo carregada em sua voz. E então tudo se torna mais complicado, indiscutivelmente será mais fácil para mim.

O fato de saber que você morreria por mim e que eu não pensaria duas vezes em largá-lo ou trocá-lo por alguém que me proporcionasse um novo começo melhor do que com você, e me fizesse então mais viva e feliz, me prende! Mas prende em saber que não o correspondo, em quase nada. Não mais!

Retorno a minha realidade e decido enfim que melhor que doa nele do que mim. Sim, eu sou uma ogra! Mas ninguém pensa nos nossos sentimentos antes de nos magoar. É a lei da sobrevivência.

Resolvo dizer o que realmente interessa depois de um minuto calada.

- Você não está sentindo também que não dá mais? Estamos estranhos demais você não acha? Pelo menos da minha parte não é mais como era antes.

Sinto o coradinho típico de seu rosto desaparecer rapidamente, mas não me surpreendo.

- Fala alguma coisa, por favor! Digo quase implorado. Após perceber que ele fica vários minutos em silêncio.

- Você não vai fazer o que estou pensando, vai? Eu continuo o mesmo de antes. Você não acha? Na verdade a única coisa que sei que mudou, foi meu sentimento... que “só aumentou.”

- Realmente, pode ser! Mas eu mudei, meus sentimentos mudaram, minhas vontades também. Perdão. Mas não posso levar mais essa situação adiante. Não e justo com você, não e justo comigo. Vai ser melhor!

Então, ele se apressa e me abraça com uma vontade que eu jamais havia sentido antes, quase que um não me deixe em silêncio. Nossa... que cheiro bom de garnier o cabelo dele tem. E eu adoro seu abraço de urso, me engole!

Logo digo:

- Não me ligue mais! Eu te adoro, mas já acabou há algum tempo para mim.

E ele volta para casa ainda irresistivelmente lindo. Vira a esquina para nunca mais voltar. Nunca mais!

Uma porta se fecha, mas muitas outras se abrem. Em um fim sempre rola um começo. Ninguém termina pensando: “Minha vida terminou”, se pensa: ”daqui pra frente minha vida acabou de começar.” Afinal não é o fim da vida, apenas o fim de nós.

(...) O tempo não para.

Por: Ana Flavia e Yasmin Lopes

domingo, 17 de outubro de 2010

"Sempre existe novidade"

Estava lendo uma entrevista no jornal sobre o Lateral-direito do flamengo, o tão lindo Léo Moura. Ele vai fazer uma comemoração, porque completará seus 300 jogos pelo Mengão. Fiquei super feliz, até porque ele faz parte do clube do meu coração! É, eu sou flamengo desde criancinha. Meu pai teve alguma utilidade na minha vida. Pelo menos ensinou-me a torcer bem.
Falava-se também da "A gata da hora", uma morenassa, com um peso muito bem distribuido, coisa que eu sonho todos os dias da minha vida. E na aeronave que Wagner Moura, aquele sonho de consumo que faz o Capitão Nascimento (Quem manda nessa porra sou eu... "Uiui"), estava gravando... perdeu altura e piloto teve que dar um rasante para não despencar. Que baita sorte!

Eu percebi que de todas as notícias, de tudo o que eu leio, o melhor sempre é quando alguma atriz linda se casa, com um vestido branco neve, maravilhoso, brilhoso e longo.
Tenho uma leve desconfiança de que serei uma eterna amante do amor alheio. Uma eterna apaixonada por contos de fadas, por amores impossíveis, por garotos que se apaixonam e não tem vergonha de dizer. Por casamentos que duram, pela a expectativa do casal de ver a sua casa nova, uma mãe que espera um bebê e pelo pai que chora ao ouvir o coração do seu filho na ultra-som, por beijos carinhosos, por carinhos de beijos.

Sempre falo do mesmo tema/assunto, mas sempre existe novidade.
Aproveitei a irpertinente forma de demonstrações de carinhos da minha mãe hoje, pra falar sobre o amor, serviu-me como uma baita inspiração. De uma forma geral. Desde um beijo na cabeça ao dedão do pé. Falar sobre o amor entre um homem e uma mulher. Bater na mesma tecla nunca me cansa.
Esperar o telefonema do meu chefe pra saber se minha folga de amanhã está de pé, as reclamações das minhas amigas pelos seus amores mal resolvidos, a média que é 6 na minha pior matéria da faculdade, a minha cólica, contas pra pagar... Com um afago, um mimo, uma carícia sua, falarei algo bem clichê, mas é bem possível que eu quase vá até a Lua.

Não hesitarei em falar sobre os meus defeitos, não agora. Aqueles que não tenho coragem de falar, apenas pela falta da capacidade de não querer encará-los. Parece difícil, mas é fácil. E se parece fácil, é difícil. E foda-se. Eu também não entendi.
A única coisa que eu entendo, e que eu amo falar, faço questão de escrever e admito, meu bem... sonho também!
Falar sobre amores que possuem verdade, paixões, abraços carinhosos, beijo de esquimó, beijo da lua, do sol e do mar.
Crio respostas para as minhas perguntas que não fazem questão de calar, a minha insatisfação por coisas que não existem, vontade de viver, de fugir e quase sempre de só "dormir."
Mas quando lembro que você existe agora, só necessito te abraçar, ao invés das briguinhas sem motivo lógico/plausível/existente. Manias de uma menina mimada, carente e satisfeita. Porque quando tu paras de me beijar, te sinto com um bebê gigante. Você faz-me rir, é inteligente e tem coração. Não vejo-me enjoando de você. Só sinto um medinho que chega a ser medíocre de perder-te!
Você não fede a frustração e consegue ser bem homem mesmo menino, e menino sendo bem homem.
Essa minha mente maliciosa e castradora que sente cheiro de mentira de longe, mesmo a tal mentira não existindo. Eu com esse meu mundo cheio de fragilidades, quando você está bem perto, tudo parece mais firme/e realmente está/forte. Não queria sentir essa plena confiança que sinto quando te abraço, porque eu tenho medo de quase tudo e você está incluso nesse meio, fique sabendo.
Esse texto confuso, em uma linguagem totalmente informal, que estou aqui tentando entender. Começou em uma entrevista de jornal e terminou em sentimentos melosos.
Acho que isso explica a mente confusa que eu pertenço ou que me pertence, como preferir.
Está aí, mais um texto sobre amor, sobre mentiras sinceras que me agradam.
Uma eterna amante de coisas que te fazem suspirar!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Ainda existe sim!

Passa o inverno chega o verão. Chegou o momento. Sugiro uma viagem de reconciliação, relembrar os velhos tempos, como era lindo e intenso o que costumávamos chamar de amor. A chama era tão acesa que eu duvido que possa ter se apagado de vez. Ainda sinto o ar aquecido
pelas brasas que ainda restaram aqui... Só precisamos de uma pitada de compreenção, sacrifício,
companheirismo, romance! Eu ainda acredito.

Contrariando meus pensamentos e me surpreendendo, o sujeitinho aceita meu convite. E meu coração vai a mais de mil.
Eis que chegamos em Penedo. A cidade do chocolate, dos chalés e do romance de raiz.
Na rua só enchergamos casaizinhos com cheiro de início de namoro... "Meu amor pra lá, meu amor pra cá." Muitos lindos e sinceros "blá blá blá."
E então eu penso: "Basta juntar as escovas de dentes, as toalhas, dividir a cama, o quarto, o guarda-roupas, a vida, pra tudo entrar em turbulência." Mas que reine o bendito do amor e que o pensamento pessimista caia fora, né?!

Um nanômetro de distância da boca de nós dois. Se ele quisesse, em um segundo conseguiria decifrar meus pensamentos.
Quero ouvir mais uma vez aquelas três palavras doces bem famosas que mais me parecem bom dia. E ele como sempre acaba de dizer: "Eu te amo, minha linda."
Coisas lindas, sentimentos que possuem verdade, beijos lentos e romanticos. Fotos que ficarão registradas no porta retrato do criado mudo e do meu coração.
Amanhã é Natal, e então resolvemos visitar a pequena Finlândia. Assim como o menino Jesus, nascerá novamente em nossas vidas, que junto com ele see renove, nasça e flosreça mais uma vez o nosso amor em nós. (Aquele que eu insisto em pensar não existir mais... Tola)

"Que eu conheça cada parte de você, cada parte de nós dois em cada milésimo de segundo que eu passar ao seu lado."

Tenha certeza de que será eterno. Matrimônio é sacrifício, é doação, é sagrado, é mágico, é santo, necessita de existir amor.
Diferente de muitos, eu acredito que o que Deus une o homem não separa.
Preciso acreditar mais que quando o amor é verdadeiro, é chama acesa que não pode acabar, que é impossível acabar.

Que Deus nos abençõe: "Frutificai, disse Ele, e mutiplicai-vos, enchei a Terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que arrastam sobre a Terra." (Gênesis - 1, 28)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Descartável.


O dia amanheceu mais lindo do que de costume. Abro os olhos, espera aí... eu conheço essa música. É segundo o sol, Cássia Eller. Claro! É meu telefone tocando, que cabeça a minha. Levanto-me ainda anestesiada pelo sono, atendo e do outro lado da linha é você. Convidando-me para mais uma de muitas outras tentativas não falhadas para que eu me encontre contigo.

Dessa vez é domingo. Dia de almoço em família com direito a filhos e esposa. Dia de feijoada ou churrasco com os amigos, de uma pelada, cervejada. Dia dos íntimos. Dessa vez, meu dia!

Você larga todos e vem ao meu encontro. Finalmente sós, pena que num lugar que eu desprezo, mas ultimamente tenho feito tantos sacrifícios e engolido tantos sapos, que não vai ser um “hotel” de estrada que vai fazer-me parar agora. Se bem que é o que você merece. Que eu pare de ser seu parquinho, seu play. Merece que te deixe. Porque ao contrário do que você acha não sou um hoppi hari, que você entra, se diverte na montanha russa e quando está cansado de brincar/usar vai embora, e ainda deixa comigo a esperança de que volta, que nem aquela roda gigante que fomos um dia desses chuvosos atrás e eu adorei. Quando você deixa comigo vestígios daquela caverna mal assombrada que você insistiu para que eu entrasse, assim como na sua vida. Seu filho de uma mãe. E eu como sempre estava certa e mesmo assim mais uma vez me deixei levar por você.

Sabe o que é? É que eu não resisto a relações perigosas, selvagem, com muita adrenalina, controle e proibição. Sei lá... me atrai. E na nossa é só o que tem... carne, desejo, satisfação.

Prometi pra mim não me apegar a você. Vai ser melhor pra gente. Pro relacionamento. Pra “relação” em si. Porque se eu me apego, aí fudeu. Não largo. Grudo. Prendo. Roubo pra mim. E também tem o tal trato, ou melhor, contrato que fizemos. Lembra? Aquele que dizia em caps lock: aqui amor não entra, jamais.

Mas sinto muito meu caro homem descartável, começo a quebrá-lo. Cuide-se. Eu volto