segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Morto e enterrado (...)



No embalo da rede, admiro o lindo crepúsculo que avisto no céu; as folhas caem, afinal é noite de outono.
Recolho-me em meus pensamentos, viajo pela minha mente, sinto como se tivesse me tele transportado.
Instantaneamente recordo-me da sua voz, da voz dos desalmados, da voz dos agregados, estes que implicam em continuar dentro de mim.
Adora essa sensação libertadora de distribuir amor pro nada, de levar a paz e a calma, de poder amar você.
Olho no porta retrato nossa foto, onde estou em seus braços, jogado e largada nos laços do seu amor. Recordo-me de como eu era mais EU naquela tarde, éramos só eu e você, sentia o pulsar do seu coração em meu tórax, estava acelerado feito um vulcão em erupção.
Mas... nem tudo são flores. Saem às rosas e entram os cravos com os espinhos. Logo me remeto dos males feitos por você, males que deixaram feridas que estão em processos de cicatrização e que logo serão marcas de um passado “talvez” inacabado.
Procuro em outros olhos, outros trejeitos, outros braços ver você, minha mente é tomada por flashes do que foi nosso relacionamento.
Já é tarde, levanto-me, vou para o quarto, escovo os dentes, me ajeito, esparramo-me na cama me deliciando com meu aconchegante edredom. Estou decidida a te esquecer e dessa vez é sério, cansei de brincar de amores,
REVIVER VOCÊ NUNCA ME FAZ BEM. Basta!

TWITTER: Ana Flávia & Yasmin Lopes

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